Serei eu a sombra que te segue
ou alma vazia de assombro em teu calor
de brisas na esquina do teu ser
ou apenas o escuro da silhueta que te esvai
em passos largos à minha espera
na luz da rua que te estende
em pedaços frágeis de mim em ti
que da luz da alma te contorna o rosto
em sorrisos escondidos da minha vez
mesmo em frente à sombra em que me vês
ou alma vazia de assombro em teu calor
de brisas na esquina do teu ser
ou apenas o escuro da silhueta que te esvai
em passos largos à minha espera
na luz da rua que te estende
em pedaços frágeis de mim em ti
que da luz da alma te contorna o rosto
em sorrisos escondidos da minha vez
mesmo em frente à sombra em que me vês
1 comentário:
Lindo texto, algo melancólico, remete-nos para um fim de tarde de um inverno quente... porque são quentes estas palavras, aromatizadas e com cores de folhas caídas no chão. Muito bom... belo
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