Dedos que roem o asfalto em joanetes de dor e mais ardor em unhas que reviram cor de dor dos dedos que passeiam ou se quedam em pés que calcam o piso seco gretados de vielas andantes enrolados em pele seca e decadente.
1 comentário:
Anónimo
disse...
Assim são os pés que percorreram uma vida... cansados, tristes, velhos, gastos... mas que continuam o seu caminho para chegar onde, por vezes, nunca vão chegar... A sua escrita é maravilhosa, leva-nos sempre a algum lugar, umas vezes bem nosso conhecido, noutras totalmente desconhecido, mas é lá que nos encontramos. Obriga-nos, guiando-nos num passeio, como o próprio Carabina diz, por nós próprios... leva-nos ao nosso próprio encontro... é sempre um prazer lê-lo e rele-lo. Há uma subtileza incomum na sua escrita... é bela, muito bela. Aos artistas grita-se "Bravo", eu levanto-me, atiro-lhe uma rosa vermelha e grito-lhe "Bravíssimo"
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Assim são os pés que percorreram uma vida... cansados, tristes, velhos, gastos... mas que continuam o seu caminho para chegar onde, por vezes, nunca vão chegar...
A sua escrita é maravilhosa, leva-nos sempre a algum lugar, umas vezes bem nosso conhecido, noutras totalmente desconhecido, mas é lá que nos encontramos. Obriga-nos, guiando-nos num passeio, como o próprio Carabina diz, por nós próprios... leva-nos ao nosso próprio encontro... é sempre um prazer lê-lo e rele-lo. Há uma subtileza incomum na sua escrita... é bela, muito bela. Aos artistas grita-se "Bravo", eu levanto-me, atiro-lhe uma rosa vermelha e grito-lhe "Bravíssimo"
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