Espero-te em punhais de ponta manchada
de asco e nojo e verme de vómito
enquanto te trocas das vestes que cais
em mundanas vitórias de trajes iguais
ou escapas de nada em tudo sem cor
de guturais imagens gritando nas bermas
dos cantos de encantos que nunca terás
em saltos que altos apenas te empurram
ao nojo do nojo que enjoando te ves
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