Ejaculam-se memórias no banco desse jardim
como se o tempo já ido escondesse mistérios
como se o tempo presente não fosse passado
em pedaços frescos de matinais alvoradas
em pedacinhos de nadas de tudos de alguém.
Os velhos atracam-se nos bancos da rua
desconhecidos sejam partilham retratos
em olhos vidrados e sorrisos matreiros
de algumas vividas em segredos caseiros
ou estórias solteiras que nunca casaram.
como se o tempo já ido escondesse mistérios
como se o tempo presente não fosse passado
em pedaços frescos de matinais alvoradas
em pedacinhos de nadas de tudos de alguém.
Os velhos atracam-se nos bancos da rua
desconhecidos sejam partilham retratos
em olhos vidrados e sorrisos matreiros
de algumas vividas em segredos caseiros
ou estórias solteiras que nunca casaram.
2 comentários:
são os nossos velhos e os velhos que um dia seremos, com historias doces e amargas que um dia iremos contar....
ternura! gostei!
Corre lento o passar dos dias... Bom retrato da velhice, sensível e rude ao mesmo tempo. Muito bom.
Enviar um comentário