Veste-te em fardas ruças e gastas pelos bancos
em que foste repousando a tua paz.
Cobre-te dos sonhos perdidos e ilusões compradas
dos velhos ditados e prefácios.
Albarda-te dos medos e terrores de infância
que te proibiam de adormecer
e junta as velhas fotos do passado
em febris devaneios de tortura,
ao tempo que desnudado enfrentas os males,
que mesmo carregado dos passados,
não te permitem levar mais que o que és.
em que foste repousando a tua paz.
Cobre-te dos sonhos perdidos e ilusões compradas
dos velhos ditados e prefácios.
Albarda-te dos medos e terrores de infância
que te proibiam de adormecer
e junta as velhas fotos do passado
em febris devaneios de tortura,
ao tempo que desnudado enfrentas os males,
que mesmo carregado dos passados,
não te permitem levar mais que o que és.
1 comentário:
às vezes a tua escrita digamos que caótica,sádica, ritmica que exalta e arrasa, que nos levanta e nos tomba, no bom sentido, esta escrita que nos faz ler vezes sem conta até tirarmos o sentido , fazia-me lembrar alguém, alguém que tinha um poema que era alucinantemente sádico e arrasador. Até que me lembrei do poema....."A Cena do Odio" de Almada Negreiros....o qual recomendo a leitura.
Tens alguns textos assim, atrofiantes, agressivos, duros, mas que bem lidos se percebe a mensagem! :)
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