Enjeito o teu peito em minhas mãos
nuas, cruas, sem senãos
enquanto te aperto a boca à minha
e desabraçamos a solidão.
Aperto-te o ventre em meu consolo
não de ferro, fogo, ou meu tesouro
mas em suaves beijos de almas gémeas
no embalo fresco da nossa canção.
nuas, cruas, sem senãos
enquanto te aperto a boca à minha
e desabraçamos a solidão.
Aperto-te o ventre em meu consolo
não de ferro, fogo, ou meu tesouro
mas em suaves beijos de almas gémeas
no embalo fresco da nossa canção.
4 comentários:
e depois esta maneira de tratar o erotismo das palavras sem despudor, esta maneira de falares do amor enquanto acto de uma forma quase inocente, sem malicia, so com verdade e ternuras e maos e beijos e abraços que apertam e que enrolam e que tocam na alma e no coraçao... que beleza sao as tuas palavras.... sim , inebriam-me!
Curioso, não tem som este blogue, mas as palavras ouvem-se, ora num ritmo que nos embala, ora num ritmo frenético que nos sacode, mas fazem-se sempre ouvir, mesmo nas toadas mais negras, há uma nota de "doçura"
Ouvem-se sim, mas acima de tudo sentem-se na pele na alma, queimam, deixam marca, arrepiam, deixam frio, sorriem e embalam da esquerda para a direita com um sorriso maroto nos lábios :)Love it!!
e as vezes com uma lágrima que escorre lenta como lento é o tempo da espera! :(
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