Cansado de mim já não estou
Nem aos poucos já me dou.
Guardo fagulhas de brasas quentes
Que em mim se fizeram prantos
Não deixando sequer encantos
Nem mais dor nesses recantos.
Fecho-me em estriadas memórias
desvairadas, loucas, passadas
no sossego do meu recanto
na berma esguia de morta alma.
Tempos que mortos se foram
em tempos do tempo vivido
em pele e suor de véus caídos
entre lençóis que voam desalinhados.
Nem aos poucos já me dou.
Guardo fagulhas de brasas quentes
Que em mim se fizeram prantos
Não deixando sequer encantos
Nem mais dor nesses recantos.
Fecho-me em estriadas memórias
desvairadas, loucas, passadas
no sossego do meu recanto
na berma esguia de morta alma.
Tempos que mortos se foram
em tempos do tempo vivido
em pele e suor de véus caídos
entre lençóis que voam desalinhados.
2 comentários:
são estas as fagulhas que no sossego de um canto nos incendeia o pensamento.... :)
Desalinhados pensamentos de tempos mortos que se foram, cansada de mim já não estou.........reli e revi-me..... adorei!
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