domingo, setembro 4

Sons da alma

Enjeito o teu peito em minhas mãos
nuas, cruas, sem senãos
enquanto te aperto a boca à minha
e desabraçamos a solidão.
Aperto-te o ventre em meu consolo
não de ferro, fogo, ou meu tesouro
mas em suaves beijos de almas gémeas
no embalo fresco da nossa canção.

4 comentários:

Anónimo disse...

e depois esta maneira de tratar o erotismo das palavras sem despudor, esta maneira de falares do amor enquanto acto de uma forma quase inocente, sem malicia, so com verdade e ternuras e maos e beijos e abraços que apertam e que enrolam e que tocam na alma e no coraçao... que beleza sao as tuas palavras.... sim , inebriam-me!

Anónimo disse...

Curioso, não tem som este blogue, mas as palavras ouvem-se, ora num ritmo que nos embala, ora num ritmo frenético que nos sacode, mas fazem-se sempre ouvir, mesmo nas toadas mais negras, há uma nota de "doçura"

Anónimo disse...

Ouvem-se sim, mas acima de tudo sentem-se na pele na alma, queimam, deixam marca, arrepiam, deixam frio, sorriem e embalam da esquerda para a direita com um sorriso maroto nos lábios :)Love it!!

Anónimo disse...

e as vezes com uma lágrima que escorre lenta como lento é o tempo da espera! :(