Vou-te escrever-me. E vou escrever-te-me porque este texto não é para ti. Ou melhor, é mas não é. É para ti, não sendo. Não é para que o leias. É apenas para eu poder escrever-te-me.
Comecei por afirmar que não te era, que não o fazia para que o lesses. De alguma forma teria de começar. Foi desta.
O resto do texto, já tu sabes. Já o conheces. Foste lendo ao longo dos tempos. Algumas passagens com mais importância e interesse, outras menos. Mas já o tens. Já tens tudo de mim. O que sou e não sou. O que fui. O que dói e destrói. O que magoa. O que fere de morte. O que despedaça e corrói.
Não é preciso escreve-lo.
Não mais.
Comecei por afirmar que não te era, que não o fazia para que o lesses. De alguma forma teria de começar. Foi desta.
O resto do texto, já tu sabes. Já o conheces. Foste lendo ao longo dos tempos. Algumas passagens com mais importância e interesse, outras menos. Mas já o tens. Já tens tudo de mim. O que sou e não sou. O que fui. O que dói e destrói. O que magoa. O que fere de morte. O que despedaça e corrói.
Não é preciso escreve-lo.
Não mais.
1 comentário:
ainda não se tem td....... falta sempre qq coisa.
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