Já nem sei que és, dor maldita e solitária
que de arrepanhados costumes me vais fazendo
não largando e vais mordendo
em pedaços de pele que vais comendo
à medida que vais gritando
aos ventos berrando e urrando
que de mim já nada vês.
que de arrepanhados costumes me vais fazendo
não largando e vais mordendo
em pedaços de pele que vais comendo
à medida que vais gritando
aos ventos berrando e urrando
que de mim já nada vês.
1 comentário:
também se há dor é pq há amor, e se há amor é pq há vida, e se há vida há que viver, viver a vida , passear com ela e não vê-la a passear, não quero mais dor, quero alegria.:)
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