Trinco-te aí, onde me pedes
não na alma, que a envolvo
mas no peito que o devoro
em toques e apertões
por vezes fortes, outros suaves.
Passeio-me a língua na tua língua
enquanto me sugas os lábios com fervor.
Fechamos os olhos e as mãos correm,
percorrem cada canto destes retalhos
e encontram-se a intervalos
enquanto vagueiam não perdidas.
Descobrem prazeres não divulgados
cantos ainda inexplorados
espaços únicos de perfeito encaixe.
A língua desliza sobre a textura
acompanhada de um sopro fresco
que te arrepia e excita
e te contorce e revira.
À medida que vai descendo.
estaciona-se no ventre
que do desejo se acende
e se abre de prazer
pedindo que não sossegue.
Nesta húmida madrugada
com alvorada expectante
caminham-se trilhos belos
e a Lua espreita contente.
não na alma, que a envolvo
mas no peito que o devoro
em toques e apertões
por vezes fortes, outros suaves.
Passeio-me a língua na tua língua
enquanto me sugas os lábios com fervor.
Fechamos os olhos e as mãos correm,
percorrem cada canto destes retalhos
e encontram-se a intervalos
enquanto vagueiam não perdidas.
Descobrem prazeres não divulgados
cantos ainda inexplorados
espaços únicos de perfeito encaixe.
A língua desliza sobre a textura
acompanhada de um sopro fresco
que te arrepia e excita
e te contorce e revira.
À medida que vai descendo.
estaciona-se no ventre
que do desejo se acende
e se abre de prazer
pedindo que não sossegue.
Nesta húmida madrugada
com alvorada expectante
caminham-se trilhos belos
e a Lua espreita contente.
1 comentário:
gosto!
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