Convoco-te frenesim alado que da minha pele brotas malvadez e cais desnudo sem pêlo sem gesto em todo o esplendor de ironia peçonhenta que de ti se alimenta e suga cada centímetro do teu ser gosmento e podre como alarve que é deixando um rasto de tinta podre qual parasita de seu carrasco.
Vem.
Vem.
3 comentários:
fosga-se , que coisa nojenta!!
acho que percebo o que está por detrás destas palavras, penso que todos nós de certa forma já o sentimos, às vezes basta um, outras vezes dois dias sem aquele jacto límpido e cristalino para nos sentirmos assim...
*... é nada como isso para nos sentirmos livres, leves, e com um frenesim alado que nos leva ao céu! :)
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