quinta-feira, junho 30

Vem

Convoco-te frenesim alado que da minha pele brotas malvadez e cais desnudo sem pêlo sem gesto em todo o esplendor de ironia peçonhenta que de ti se alimenta e suga cada centímetro do teu ser gosmento e podre como alarve que é deixando um rasto de tinta podre qual parasita de seu carrasco.
Vem.

3 comentários:

Anónimo disse...

fosga-se , que coisa nojenta!!

Anónimo disse...

acho que percebo o que está por detrás destas palavras, penso que todos nós de certa forma já o sentimos, às vezes basta um, outras vezes dois dias sem aquele jacto límpido e cristalino para nos sentirmos assim...

Anónimo disse...

*... é nada como isso para nos sentirmos livres, leves, e com um frenesim alado que nos leva ao céu! :)