A social vivência de agora, que demais é desprezada, é erguida pelos horrores da perseguição, que se escondem na miséria escória do prazer.
Hoje quer-se terror. Frívolo, penoso. Sem escrúpulo.
Os jovens vivem agora na sombra da perseguição.
Escondem-se nos subúrbios becos do anonimato.
Agora o medo esconde-se em cada esquina que se dobra.
O terror domina o lixo da sociedade.
A sociedade limpa-se no lixo dos caixotes.
Os caixotes são abordados pelos sombrios e injuriosos tormentos da escória humana.
A pobreza de espírito ergue-se naqueles que se deixam dominar pelo sujo das ruas da sociedade.
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