segunda-feira, junho 20

O beijo

Do suco que sugam
Carnosos enfeites
Avermelhados de paixão
Com rubor de morangos
Suculentos e fortes
Amanham-se em formas,
Em jeitos, em espaços
Que trespassam o sabor
Da língua que voa
Que toca e rebola
O beijo sente-se e dá-se
Sem formas, sem jeitos sem espaços.

4 comentários:

Anónimo disse...

se fecharmos os olhos... quase sentimos o beijo

Anónimo disse...

que palavras as suas, ora meigas e doces, ora duras e crueis...... as palavras que nos fazem sentir e pensar que o amor ora é bom ora é mau!
Palavras que nos mostram a amargura da vida e a doçura do viver, palavras que ficam , que sobrevoam o nosso imaginário que possuem a nossa alma, que nos encantam com tanto saber!
Muitas das vezes as suas , sao as minhas palavras, o seu é o meu amor,a sua é a minha saudade, a dor é a minha dor, que bem q descreve e escreve aquilo que queremos e nao queremos ouvir! Que bem que nos ensina algo para a vida!
Leio-o com td a sofreguidão com td a paixão tentando absorver o máximo destas palavras ora curtas e belas ora duras e crueis!
Qt do seu amor e desamor da sua revolta e insatisfação da sua insegurança e duvidas podemos aqui encontrar, e sentir que também nos somos assim feitos.Quando as coisas são feitas com paixão e amor, td é perfeito, e a sua escrita é perfeita, aos meus olhos pelo menos, que nada sei. Parabéns e continue assim apaixonado pela escrita pela vida , pelo belo!
Obrigada!!

Carabina Vermelha disse...

Obrigado pelos comentários tão gentis e que aumentam a carga de responsabilidade.
De facto, sem paixão e amor sobrevivemos, mas com os dois, mais que vivemos!

Anónimo disse...

não tem que agradecer, nós sim é que agradecemos o facto de ainda haver pessoas assim que acreditam no dom da palavra e no que ela nos faz sentir! :)