segunda-feira, junho 20

Longe

Ainda te sinto tão perto
Como um fio de mar
Ainda te sinto em mim
Como uma dor que corrói

Já não espero por ti
O nosso mundo fugiu
Já não estou sempre aqui
Como sempre voltei

Ainda te sinto tão perto
Como uma brisa do mar
Ainda te sinto em mim
Como um grito de amor

Já não penso em ti
Com a razão da manhã
Como uma voz infinita
Que no meu barco ficava

Já não te sinto aqui
Tão perto de mim
Já não és carne em mim
Que esventre o meu sufoco

2 comentários:

Anónimo disse...

Acho que vive num dilema entre o amar e não querer amar, entre o vir e o ficar, entre o querer e não querer...... o Amor é para ser vivido e não pensado!

Anónimo disse...

Longe é para onde as suas palavras levam quem as lê, uma viagem por vezes tumultuosa, outras vezes por mares calmos e azuis. Obrigada pelas viagens.