Ele vinha de longe, com passos acelerados e o jornal de baixo do braço.
- Trago-te um desejo. - disse sorrindo assim que a viu.
O seu corpo estava rígido, firme. Os passos haviam parado mecânicamente.
- Um desejo, amor? - perguntou com um subtil levantar de sobrancelha.
- Sim, um desejo. Mas já não quero que o desejes.
- Trago-te um desejo. - disse sorrindo assim que a viu.
O seu corpo estava rígido, firme. Os passos haviam parado mecânicamente.
- Um desejo, amor? - perguntou com um subtil levantar de sobrancelha.
- Sim, um desejo. Mas já não quero que o desejes.
1 comentário:
Palavras apressadas, que num desencontro se encontram connosco e já não estamos sozinhos nestas horas que não passam.
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