quinta-feira, junho 9

Brisa

Vejo-te em cada esquina
em cada canto.
Encontro-te nas palavras que não oiço
na brisa do Oceano que vejo ao fundo.
Quem és tu, afinal?
Sinto-te nas minhas entranhas,
no meu sangue percorre a tua falta.
Golfadas de saudade brotam da epiderme
que transpira fome de desejo.
Sinto-te em mim.
Abraço-te a cada instante, a cada passo, a cada olhar que não me dás.
Arrepia-me a pele com teu sabor,
sufoca-me com o teu encanto.
Suspira em mim o teu calor.

1 comentário:

Anónimo disse...

ai a saudade , saudade!!!
esse sentimento tão português e sempre tão presente em td!