sábado, junho 25

Bailado

Gosto da forma como o nosso corpo se enquadra entre os copos de vinho e a música que ao fundo ouvimos.
Quase que bailam soltos, sem corpo, sem poder. Desenfreados.
Como se, de repente, ganhassem vida própria ao sabor do toque das nossas mãos.
Unem-se numa harmonia melódica de ritmos e vibrações, quase sem darem conta da nossa presença.
E depois, lá estamos nós...

1 comentário:

Anónimo disse...

* doce bailar.....