quinta-feira, julho 14

Gemidos

Amava o teu suor entre as coxas quando gemias do meu prazer do teu prazer do nosso quando não parava e me pedias e não parava e continuava e te fazia ofegante e gritavas e gemias e contorcias-te e empurravas e eu continuava não parava e tu dizias que morrias e eu apenas gostava e amava e não parava.

3 comentários:

Anónimo disse...

Gosto quando escreve assim, num sopro forte e que vem lá do fundo, que nos empurra e despenteia, ficando por fim sem fôlego (e para que não fique com uma ideia errada, nada tem a ver com o tema em questão). :)

Anónimo disse...

gosto quando escreves de rompante, acho que dá aquele grito na tua escrita, que apesar de ter tristeza, dor, mágoa, não grita, não fere, quando escreves assim, não fere, mas grita e faz-nos mexer na cadeira, toma conta de nós
pelo menos comigo tem esse efeito, parece que até tenho que me aproximar do monitor para ler
depois é bailado de palavras que fazes dançar em sintonia, elas deslizam suavemente, é como uma gota d'água que suavemente desliza sob a nossa pela, causando um arrepio bom e quem lê dança ao ritmo que tu escreves

Anónimo disse...

*são brisas leves que nos percorrem o corpo que nos deixam fluir ao sabor da imaginação, que nos aquece a alma que nos intriga a mente, que nos arrepia a pele, que nos deixa leves.... que nos transporta ao imaginário , que faz lembrar.
Como quem dá prazer, como quem recebe..... e que bem q o fazes!