Fui-te sendo enquanto pude.
Fui-te pedindo o teu olhar.
Fui abrindo o meu ser, dando-te o meu ar.
Fui-te pedindo atenção. Que notasses nos detalhes.
Fui-te sendo tudo, não sendo nada.
Fui-te pedindo o teu olhar.
Fui abrindo o meu ser, dando-te o meu ar.
Fui-te pedindo atenção. Que notasses nos detalhes.
Fui-te sendo tudo, não sendo nada.
3 comentários:
O Carabina tem-se tornado um companheiro e de uma forma engraçada, pois é o Carabina que escreve e não eu, mas o sentimento que fica ao ler o que escreve é de partilha, i.e., como se fosse eu a partilhar, há uma identificação e isso é algo que está presente na sua escrita, não sendo o leitor a expor o seu sentir e podendo ser o seu sentir diferente há uma identificação, é como se não houvesse lados, como se todos estivéssemos do mesmo lado da barricada.
exatamente o que tenho vindo a dizer : )
o olhar há-de ter sempre....... ontem hj e manhã...
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