segunda-feira, junho 13

Seco

Inóspitas paisagens encobrem a pradaria que, de repente, saltou da esquina à minha frente.

Campos secos, sem verde, despidos de tudo. Vazios.

Não se vê vivalma. Nem uma brisa atravessa o passeio, lá atrás.

Pilhas de feno descansam em pacotes meticulosamente geométricos, enquanto os cactos respiram sob o olhar atento da areia que se empilha por cima de uma roda velha, de um qualquer veículo.

Está morta. Redondamente morta.

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