Ando triste. Cabisbaixo.
Parece que o mundo de repente é raiado a cinzento.
Visto-me de negro, como a imagem da minha alma.
Espelho-me nas nuvens negras que imaginariamente desenho lá nos céus.
Apetece-me estender as pernas bem alto e deixar correr o sangue todo até à minha cabeça.
Pode ser que assim deixe de me doer.
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