domingo, junho 12

Imaginário

Ando triste. Cabisbaixo.

Parece que o mundo de repente é raiado a cinzento.

Visto-me de negro, como a imagem da minha alma.

Espelho-me nas nuvens negras que imaginariamente desenho lá nos céus.

Apetece-me estender as pernas bem alto e deixar correr o sangue todo até à minha cabeça.

Pode ser que assim deixe de me doer.

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