Estes dias têm sido estranhos. Sinto que não pertenço a lado nenhum. Sinto que não sou daqui nem dali.
Sinto que morro, que desapareço aos pedaços.
Sinto-te os punhais apontados à pele. Querem entrar. Marcam e vincam-me as costelas.
Só te falta empurrar. Apenas mais um pouco de pressão.
Perfura-me e acaba de vez com a minha miséria.
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