Um poema brilhante de William E. Henley, chamado "Invictus"
Original aqui. Versão ainda mais brilhante...
Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer Deus - se algum acaso existe,
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer Deus - se algum acaso existe,
Por minh’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - erecta.
Além deste oceano de lamuria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.
Original aqui. Versão ainda mais brilhante...
3 comentários:
não foi À toa que este poema foi uma fonte de inspiração na vida de Nelson Mandela enquanto esteve preso!
É uma lição de vida, contra todas as contrariedades da vida, por muitas que possamos ter, devemos sempre manter-nos de cabeça erguida.
Muito bom.:)
E, acima de tudo, donos e senhores do nosso destino...
Lindo! Inspirador e motivador. Agora ha que praticar sermos os comandantes das nossas almas.
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