Sinto o teu fantasma em cada canto
vejo a tua sombra no sofá
de mão estendida sobre a minha
e pés descalços sobre a mesa
Vejo o teu fantasma a vaguear
entre o som da sala e o corredor
acendem-se luzes com os teus passos
e as portas parecem abrir
Sinto o teu fantasma quando durmo
lado a lado sobre o meu
os abraços que dormem comigo
e os beijos que me dás
Vejo o teu fantasma sobre a mesa
nas nossas comidas de gente pequena
entre risadas e toques fugazes
e olhares doces entretanto
Sinto o teu fantasma no meu peito
de quando adormeces enroscada
fechas os olhos e tudo pára
e adormecemos de mão dada
Sinto o teu fantasma no chuveiro
da água que acompanha o nosso canto
enroscados como nunca
de forma e jeito sem igual
Vejo o teu fantasma em cada esquina
do tempo que vivemos não passamos
do tempo que tivemos e foi roubado
da vida que quis e tu mataste
Vejo o teu fantasma em cada cheiro
no passar das escadas rumo ao quarto
ao nosso que de lá corremos mundos
nos intervalos de um abraço
Sinto o teu fantasma em cada som
que faz lembrar este vazio
das conversas loucas que deitamos
junto a nós na nossa cama
Vejo o teu fantasma quando me deito
Vejo o teu fantasma ao acordar
Sinto-te em mim como real
e tu já nem és sequer mortal.
vejo a tua sombra no sofá
de mão estendida sobre a minha
e pés descalços sobre a mesa
Vejo o teu fantasma a vaguear
entre o som da sala e o corredor
acendem-se luzes com os teus passos
e as portas parecem abrir
Sinto o teu fantasma quando durmo
lado a lado sobre o meu
os abraços que dormem comigo
e os beijos que me dás
Vejo o teu fantasma sobre a mesa
nas nossas comidas de gente pequena
entre risadas e toques fugazes
e olhares doces entretanto
Sinto o teu fantasma no meu peito
de quando adormeces enroscada
fechas os olhos e tudo pára
e adormecemos de mão dada
Sinto o teu fantasma no chuveiro
da água que acompanha o nosso canto
enroscados como nunca
de forma e jeito sem igual
Vejo o teu fantasma em cada esquina
do tempo que vivemos não passamos
do tempo que tivemos e foi roubado
da vida que quis e tu mataste
Vejo o teu fantasma em cada cheiro
no passar das escadas rumo ao quarto
ao nosso que de lá corremos mundos
nos intervalos de um abraço
Sinto o teu fantasma em cada som
que faz lembrar este vazio
das conversas loucas que deitamos
junto a nós na nossa cama
Vejo o teu fantasma quando me deito
Vejo o teu fantasma ao acordar
Sinto-te em mim como real
e tu já nem és sequer mortal.
2 comentários:
*o Amor prá´lem da vida, o amor q é eterno.... o Amor que será para sempre recordado!! muito bonito! :)
*muito reconfortante esta ideia de que se ama, de que se pode amar, muito além da morte! fabuloso!
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