fumo, uma imagem diluida pelo lapis nos teus dedos...e a imagem que retemos, de alguem que nao conhecemos, sao traços pintados ao de leve, uma imagem de serenidade, pensativa doce, tal qual a nossa imaginaçao dita..... uma sombra perfeita, pelo menos ao meu olhar!
Não venho aqui comentar nenhum texto em especial, muito menos este perfil que aqui se vislumbra. Eu não sei se é de mim, mas eu acho o que aqui faz simplesmente genial, desde o título, passando pelo "cenário" e acabando nos conteúdos. Aqui fala-se de coisas banais. Falar de amor é banal, da dor que por vezes esse mesmo amor nos causa mais banal ainda, também é banal falar dos nossos filhos, das músicas que ouvimos, das frases que nos tocam, dos prazeres, do prazer, falar de tudo isso é banal. Mas aqui nada é banal, nada é vulgar e para mim é isso que é genial. Claro está, que há coisas que gosto mais do que outras, mas a verdade é que no seu todo o que resulta é algo realmente de muito bom. Aqui há toda uma invulgaridade, uma "imbanalidade" na abordagem dos sentimentos mais primários do ser humano. Aqui a dor é sedutora, dói, fere, mas sempre com uma veste sedutora mas não enganadora. Aqui não há clichés, aqui há toda uma objectividade subjectiva, onde tudo é dito, nada escondido em subterfúgios, há subtileza. Aqui encontramos corpos nus, dedos exploradores, lábios e línguas também cá estão, mas não são banais vulgaridades. O humor é mordaz, tão simplesmente mordaz, não há pretensiosismo, pelo menos não o vislumbro, parece ser tudo tão simples, tão natural. Aqui há palavras duras, palavras que gritam, palavras suaves, palavras que sussurram, palavras atrevidas, palavras tímidas, palavras novas e palavras velhas. Aqui as palavras devoram-se, bebem-se, acolhem-se, tanto as belas, como as feias, não há distinção como se de um filho se tratasse. Aqui as palavras fluem límpidas, transparentes, sem falsas aparências e depois, depois ainda temos belas imagens que nos transportam para longe daqui, daí e dali. Isto já vai longo e tudo o que eu queria era felicitar o autor pela sua invulgaridade, pela sua "imbanalidade" e pela sua incomum sensibilidade.
2 comentários:
fumo, uma imagem diluida pelo lapis nos teus dedos...e a imagem que retemos, de alguem que nao conhecemos, sao traços pintados ao de leve, uma imagem de serenidade, pensativa doce, tal qual a nossa imaginaçao dita..... uma sombra perfeita, pelo menos ao meu olhar!
Não venho aqui comentar nenhum texto em especial, muito menos este perfil que aqui se vislumbra. Eu não sei se é de mim, mas eu acho o que aqui faz simplesmente genial, desde o título, passando pelo "cenário" e acabando nos conteúdos. Aqui fala-se de coisas banais. Falar de amor é banal, da dor que por vezes esse mesmo amor nos causa mais banal ainda, também é banal falar dos nossos filhos, das músicas que ouvimos, das frases que nos tocam, dos prazeres, do prazer, falar de tudo isso é banal. Mas aqui nada é banal, nada é vulgar e para mim é isso que é genial. Claro está, que há coisas que gosto mais do que outras, mas a verdade é que no seu todo o que resulta é algo realmente de muito bom. Aqui há toda uma invulgaridade, uma "imbanalidade" na abordagem dos sentimentos mais primários do ser humano. Aqui a dor é sedutora, dói, fere, mas sempre com uma veste sedutora mas não enganadora. Aqui não há clichés, aqui há toda uma objectividade subjectiva, onde tudo é dito, nada escondido em subterfúgios, há subtileza. Aqui encontramos corpos nus, dedos exploradores, lábios e línguas também cá estão, mas não são banais vulgaridades. O humor é mordaz, tão simplesmente mordaz, não há pretensiosismo, pelo menos não o vislumbro, parece ser tudo tão simples, tão natural. Aqui há palavras duras, palavras que gritam, palavras suaves, palavras que sussurram, palavras atrevidas, palavras tímidas, palavras novas e palavras velhas. Aqui as palavras devoram-se, bebem-se, acolhem-se, tanto as belas, como as feias, não há distinção como se de um filho se tratasse. Aqui as palavras fluem límpidas, transparentes, sem falsas aparências e depois, depois ainda temos belas imagens que nos transportam para longe daqui, daí e dali. Isto já vai longo e tudo o que eu queria era felicitar o autor pela sua invulgaridade, pela sua "imbanalidade" e pela sua incomum sensibilidade.
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