Que Deuses de Mundos infinitos nos iludam nos enganem e trucidem em conquistas e batalhas fraternais com golfadas sanguinárias de urros soltos ao vento que lento se vai soprando em crinas de éguas soltas de pradarias devoradas em penetrantes incensos fétidos ao passarem as hordas bárbaras alinhadas em exércitos sob capas santificadas de oráculos terrestres em nome de Deuses e totens alados que subjugam destroem e separam as vontades mundanas dos que por cá vivem.
3 comentários:
Gosto quando escreve assim, quando nos obriga a "correr" até ficarmos sem fôlego para o acompanhar... Palavras intemporais que fazem tanto sentido hoje, como o fizeram ontem e provavelmente o farão amanhã. Muito bom!
batalhas interiores, contra todos os dias lutamos, sao batalhas por vezes inglorias que muitas vezes não conseguimos suportar,sao os silencios dilacerantes em vozes estridentes de amargura. Sao revoltas interiroes que nos destroem o ser.
E se há quem tem o direito de o fazer maldita sejas condenação!Maldita que matas a cada olhar a cada semblante
a cada gesto
matas com medos
impeles a fuga
Se pudessemos apenas viver...
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