Escrevinho-te em pedacinhos de papel rasgados e amarelecidos pelo tempo
o quanto me és em ti, em nós, de nós
a tinta da China e pena de cauda
em traços largos, mas perfeitos e soltos
tal como o leito que nos acolhe e descobre, abraça e desperta
no tempo perdido do nosso beijo.
o quanto me és em ti, em nós, de nós
a tinta da China e pena de cauda
em traços largos, mas perfeitos e soltos
tal como o leito que nos acolhe e descobre, abraça e desperta
no tempo perdido do nosso beijo.
1 comentário:
Gostei deste texto, as palavras soltam-se, parece que dançam, rodopiando suavemente à nossa volta, alegres, sorrindo.
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