segunda-feira, agosto 22

E se depois...

Apaneleiradas fusões
de rotos costumes
Abichanados devaneios
em florais desassossegos
Rabetas gritarias
que não descolam nem largam
mordem, cospem e sugam
ardilosos poderes fétidos
de ministros santificados em dor
das vezes que penso em não te ter.

4 comentários:

Anónimo disse...

a sorte e que estes desassossegos meio amaricados, se dao na solidao de nossas casas...... que todos estas gritarias silenciosas se dao na nossa almofada.... maldita a dor da ausencia!

Anónimo disse...

ainda bem que estes freneticos devaneios que dilaceram as almas de quem sofre, sao sempre no sossego esmagador da nossa almofada!
Maldita seja a dor!

Anónimo disse...

Sabemos o quanto doi
não termos
não darmos
não nos darmos as mãos
Podemos?
Pensar nisso
pensar em não nos termos
doi, doi, doi...

Anónimo disse...

Belíssimo jogo de palavras, tiros certeiros que nos atingem no peito e que nos dilaceram a alma.